Contos Urbanos:Coletânea por Murillo Maldonado

Descrição

  
Escritor Atualizado 2 anos atrás
Idioma Portuguese Leituras 1088
Categoria

Fantasia

Curado

information
Este ebook foi avaliado por curadores selecionados pelo time do Widbook.
Publicado Mai 05, 2014 Popular

Status Escrevendo

Gostaram do livro Contos Urbanos

Ver todos (10)

Adicionaram Contos Urbanos à Coleção

Ver todos (10)

Linha do tempo de Contos Urbanos

Olá, te convido pra ler meu livro de poesias "Em Chamas"
19 de Junho de 2015 às 21:56
Estou extasiada com o primeiro conto de seu book, pude entrar dentro desse sonho maravilhoso, estava nesta praça também, vendo os pássaros alçarem vôos quando perseguidos pelo gato, estava bem ali, perto do pipoqueiro, apreciando as quatro partes maravilhosas dessa fantástica sensação. Me emocionou Murillo, pode ter certeza que continuarei a leitura!
Murillo Maldonado 17 de Julho de 2014 às 15:08 Puxa, obrigado. Esse conto é um dos meus favoritos. :)
Ramona Borges 18 de Julho de 2014 às 15:03 e li seu segundo conto! gostaria de saber murillo quem te deu permissão para falar da minha preguiça hauaahauaau. amanhã continuo a leitura!
Murillo Maldonado 18 de Julho de 2014 às 15:19 rsrsrssrrs e quem nunca teve uma preguiça dessas? ;)
17 de Julho de 2014 às 14:50
Puxa, obrigado.
2 de Junho de 2014 às 15:02
Gostei muito dos seus contos. A essência introspectiva que é apresentada nos "Ensaios sobre a preguiça" e "Tempo que passa" mostra claramente o seu ódio ao comodismo. Estes ilustram com precisão como a automatização e urbanização dos âmbitos da vivência em forma de sociedade - como trabalho, a implantação de máquinas, horários à seguir, marcas à atingir, etc. - não possuem outro papel se não o de bloquear e incinerar os instintivos e simplórios prazeres humanos, como se perder em lençóis confortáveis de uma sonolenta manhã, ou como fumar um cigarro à beira da tarde vendo o tempo passar e mergulhando em pensamentos banais e desnecessários que só a defeituosa e desgovernada mente humana pode propor. Em um quase contraponto, "Eu odeio a erosão" estampa a ideia de que não obter controle sobre a vida e suas ramificações é algo desesperador que nos diminui à meros "observadores" da vida - isso como introdução. No desenvolvimento o texto busca mostrar como é prazerosa a inabilidade de controle que nós possuímos, que deixar o vento levar as pequenas partículas arenosas de nossa vivência é a forma mais fácil de, obviamente, viver. Outro texto que me cativou muito foi "Sempre era inverno ali". Essa parte da obra foi, talvez, a mais ilustrativa, para mim. Você atingiu um nível incrível de sentimento na composição desse texto, da para sentir a sua essência em cada linha, cada parágrafo. Talvez esse seja um dos casais mais felizes que eu já conheci, afinal, você como condutor da história baseou a felicidade em coisas simples - assim como em praticamente toda a obra -, assim como os hobbits de Tolkien, que não necessariamente buscam a felicidade, mas deixam que ela se concretize de forma natural aproveitando as belezas naturais da vida. O por do sol, o frio, os dedos entrelaçados compuseram um cenário totalmente possível e perfeito e ao mesmo tempo totalmente distante, irreal e abstrato.
2 de Junho de 2014 às 14:50
Aqui continua a mesma :(
12 de Maio de 2014 às 23:22
Pronto. Capa modificada. Cortesia de Verônica Guimarães.
9 de Maio de 2014 às 15:08
Gostei bastante, principalmente dos contos do final do livro. Concordo com o comentário anterior: elabore uma capa mais bacana.
8 de Maio de 2014 às 10:09
Legal demais esse seu livro Murilo! Porque não trabalha em uma capa mais atraente pra ele?
Murillo Maldonado 5 de Maio de 2014 às 18:27 Oi Breno, obrigado. Vou trabalhar mais na capa sim. Foi só uma questão de falta de tempo.
5 de Maio de 2014 às 18:19