Epifanias por Jéssica F.

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Escritor Atualizado 4 meses atrás
Idioma Portuguese Leituras 1008
Categoria

Contos

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Publicado Jun 08, 2014 Popular

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Linha do tempo de Epifanias

"Estes são os versos falidos de um poeta sem futuro." VERSOS FALIDOS, por Dowglasz Abjhörsky. Já que todo mundo manda spam no Widbook e o meu livro é tão ruim que eu dependo mesmo desta técnica para ter visualizações, eu achei que não faria mal te convidar pra dar uma olhada no meu trabalho.
24 de Junho de 2015 às 04:27
Caramba! Adorei Epifanias! vou adicioná-lo imediatamente a minha biblioteca e já vou fazer logo minha avaliação, pq sei que merece. Comecei a lê-lo agora, mas já percebo uma linearidade na escrita que chama atenção. Não vejo a hora de devorar os outros contos, apesar de estar sem muito tempo. De qualquer forma, sei que ele merece os Parabéns!!
Jéssica F. 1 de Agosto de 2014 às 23:26 Obrigada, Allison. Fico muito feliz que tenha gostado :) Leia quando puder, e sinta-se livre para dar dicas ou críticas. Obrigada mais uma vez.
31 de Julho de 2014 às 00:57
Gostei de Estranhos. Eu, enquanto lia, tinha imaginado você como jornalista, haha, mas só depois que ele disse o nome para a entrevistada que pude ver que não era uma mulher. Eu também associei cabana com algo tão rústico e sem eletricidade que estranhei o telefone e o televisor. O final me deixou com dúvidas: se ele foi habitado pelo espírito, por que escreveu o relato como se fosse o jornalista? Essa possessão não surtiu efeitos? Acho que se você, no fim, escrevesse algo como, "agora eu e meu maninho podemos brincar", ficaria mais medonho, revelando que o escritor é o garoto.
Jéssica F. 14 de Julho de 2014 às 13:52 Nossa, haha. Fiquei em dúvidas quanto a ele ser homem ou não, mas me sinto mais familiarizada a escrever na perspectiva de um homem. Já a cabana, eu imaginei como um lugar para o qual eles tivessem fugido e levado suas coisas, até cheguei a pensar que poderia ficar estranho, mas não sei como ele pediria a entrevista sem o telefone. No caso, você acha que ele pode chegar na casa e pedir a entrevista? Sobre o final, ficaria realmente melhor, essa frase ia sortir mais efeito que a que usei, Vou mudar. Obrigada pelas dicas, João. É sempre bom ter uma visão de fora.
João Marcos Oliveira 14 de Julho de 2014 às 22:13 Hmm, quanto a pedir... talvez criasse uma expectativa dele, um medo de ser ignorado, ou ela poderia ter um celular, rs, mas enfim, tanto faz... Você não precisa mudar se foi só uma impressão, hehe.
Jéssica F. 14 de Julho de 2014 às 22:35 Acho que um celular ficaria melhor, haha. Obrigada. E, não, eu gostei mais do final que você propôs. Combinou mais com o que eu queria passar com o conto.
14 de Julho de 2014 às 03:51
Capa linda.
Jéssica F. 14 de Julho de 2014 às 13:40 Obrigada, João. Que bom que gostou. Me deu um trabalho fazê-la, pois ainda estou aprendendo a usar o cs6, mas gostei muito do resultado.
14 de Julho de 2014 às 03:29
Li o conto do "Assassinato ao som de um nome russo que é complicado de escrever e não me lembro qual era", rs. Gostei das linhas finais mostrar o ciclo que se repetiria. Mas só fiquei com uma dúvida, e que gerou uma teoria louca. No começo do conto, a cena apresenta o corpo de Elisa sobre uma cama, porém, no decorrer do conto, explicando o processo, você não menciona essa mesma cena, como se ela estivesse forçadamente implícita em algum momento entre ela ter morrido envenenada e ter sido colocada no saco. Por essa razão, acabei pensando que a Elisa mencionada no começo do conto era outra, e que o Carlos só mata as pessoas com esse nome. Fui até a última linha acreditando nessa teoria, de que ele conheceria uma Elisa por acidente e que um novo assassinato aconteceria por esse motivo, mas me ferrei, haha. Abraços.
Jéssica F. 11 de Julho de 2014 às 13:47 Olha, a teoria é interessante, mas confesso que não pensei nisso. Os assassinos em série normalmente matam pessoas com semelhanças entre si, o meu, no caso (olha a intimidade, haha) mata mulheres na mesma faixa de idade, mas não do mesmo nome. E, hm, não sei se estou tirando a sua dúvida mas eu comecei o conto no presente, depois narrei os flashbacks do assassino e depois voltei a narrar no presente. Ao menos, fico feliz que o conto te enganou de alguma forma (no bom sentido), não gosto de ser previsível, haha. Obrigada por ler e comentar, Luíz. (:
Luiz Teodosio 11 de Julho de 2014 às 15:55 O conto tem inicio no presente, volta ao passado até alcançar o presente novamente, certo? Minha dúvida era só nessa transição, pois, pensei que veria alguma alusão a cena do começo depois que ele a envenena. Mas acho que só eu cismei com isso xD
Jéssica F. 13 de Julho de 2014 às 16:32 Isso, exatamente. Acho que você cismou com isso, haha.
10 de Julho de 2014 às 20:55
Sua "Epifania" foi uma leitura certamente gratificante. Sobretudo " Assassinato ao som de Tchaikovisk" que apresentou uma áurea densa e inebriante, sem contar a frase de encerramento como havia dito antes.
Jéssica F. 27 de Junho de 2014 às 22:44 Obrigada, Tammy. Fico realmente muito feliz por ter gostado, isso só me anima mais a continuar escrevendo. :3
27 de Junho de 2014 às 15:52
Digo o mesmo de "Velório", que gostei bastante. Eu tinha imaginado o fim, mas logo fiquei dividido e ainda foi interessante. Ele achar ter visto o fantasma do tio foi genial. Como disse lá no grupo, me lembrou um conto que escrevi esses dias, rs. http://www.widbook.com/ebook/amalgamaimaginativa
João Marcos Oliveira 27 de Junho de 2014 às 13:12 Em "o motivo pelo qual eu havia vindo ao banheiro, e voltei para o meu quarto" não seria melhor ido no lugar de vindo?
Jéssica F. 27 de Junho de 2014 às 22:42 Eu achei que meu conto estava óbvio demais, por isso coloquei o não-tão-fantasma-assim-do-tio para confundir. Sobre nossos contos serem iguais, juro que não foi proposital, aliás, como já comentei lá, acho que o seu foi melhor desenvolvido. E quanto ao "ido", acho que ficará melhor mesmo, vou alterar. Obrigada pela dica e pelo comentário.
27 de Junho de 2014 às 10:48
Muito bom o seu conto "conversa com a morte". Você deixou a morte bem mais interessante do que as clichezadas. Achei a narração desse conto bem fluída. Parabéns. Ah, enquanto lia o final, após o "desfecho", eu achei que ela jogaria a caixinha fora, hahahaha, algo como "blargh, odiei esse troço". Ia ser engraçado, rs.
Jéssica F. 27 de Junho de 2014 às 02:16 Ah, muito obrigada. Gostei muito de escrever esse conto em particular, embora eu tenha ficado com receio de ter criado uma morte que fugisse demais do propósito. Que bom que não foi o caso. Sobre o final, a minha ideia era exatamente essa, até porque a parte da caixinha foi apenas uma jogada da morte para fazer a personagem apenas acreditar que tinha chances de continuar viva. Mas como eu normalmente tiro as dúvidas só com meu namorado, ele me fez deixar do jeito que está agora. De qualquer forma, vou mudar porque, pensando bem, ficará melhor.
27 de Junho de 2014 às 02:01
Jéssica, adorei o final de "Assassinato"! Dá aquela sensação agonizante de que tudo vai começar de novo, que tanto aprecio. Acho que alguém aí já lhe disse sobre colocar o texto em justificado? Torna a leitura mais agradável, na minha opinião, mas você que sabe.
Jéssica F. 20 de Junho de 2014 às 23:57 Que bom que gostou, Bianca. Esse não era o final, na verdade, mas como eu tenho o costume de ler os meus contos já publicados, acabei pensando nessa possibilidade e gostei. Quanto a justificar os contos, o João já tinha me dado o toque e eu tenho justificado desde então, mas vou verificar se tem algum que não esteja. Mesmo assim obrigado por avisar.
20 de Junho de 2014 às 17:17
Eu adorei "Sobrado". No final, eu achava que ele iria se matar, rs. Não foi esperado, sério. Acho que na página 21 e 24, "logo em seguida" é redundante, mas não tenho certeza, e "torço", creio que seja o tronco do corpo, então é com s.
Jéssica F. 20 de Junho de 2014 às 23:52 Confesso que nem pensei na possibilidade dele ter feito isso, mas com certeza ficaria interessante. Fico feliz que não foi esperado, eu sempre tento imaginar um final que surpreenda o leitor da forma que eu gostaria de ser surpreendida. Obrigada por me avisar quanto aos erros, ontem mesmo enquanto escrevia, fiquei em dúvida sobre qual era o nome da parte frontal e, ainda sim, copiei errado, rs,
20 de Junho de 2014 às 19:13
Adoro contos de terror, mas como tenho Poe e Lovercraft como referência, dificilmente gosto do que leio. Confesso que fiquei com certa preguiça de começar a leitura. Mas respirei fundo, abri meu coração e pensei: "Vai que tu te surpreende...". E pela glória, glória aleluia isso aconteceu. Eu curti demais o que li e tu conseguiu superar minhas expectativas. Teus contos me aterrorizaram de verdade e já penso seriamente em pedir algumas dicas nas partes mais sombrias do meu livro hehehehe. Tá de parabéns guria, conseguiu me conquistar em um gênero em que eu costumo ser um ranzinza de primeira. O que eu curti no conto Fred foi o fato de a história fingir que ia para um lado e acabar indo para outra totalmente diferente. Também adoro quando a história não te explica tudo. Acho isso fundamental para um conto de terror, deixar o leitor sem entender o que aconteceu, porque o desconhecido é sempre mais apavorante. Foi uma sacada muito boa, isso me conquistou de imediato! Assassinato eu só li até a metade, volto com um comentário mais elaborado quando o tiver terminado. Mas a minha impressão geral sobre tudo foi muito boa! Gostaria de esbarrar com mais contos de terror como esses por ai.
Jéssica F. 20 de Junho de 2014 às 14:05 Eu sou uma discípula do Poe, haha. Foram os contos dele que me inspiraram a escrever terror/suspense. O cara é um gênio. Outra coisa que costumo ler bastante são Creepypastas, Ouvi falar muito bem do Lovercraft, mas confesso não tê-lo lido ainda pois não achei nenhum livro dele na livraria da minha cidade nem no submarino. Pretendo garimpar os sebos para ver se acho. Aliás, se precisar de ajuda, conte comigo. Confesso que estou sem estruturas depois desse seu elogio. O conto Fred é um dos que eu mais adoro e a ideia era realmente "enganar" o leitor com o assassinato, tirando sua atenção, e preparar o terreno para o que eu tinha em mente. E eu particularmente adoro finais em aberto, acho que deixam o leitor com a ideia de que a história continua em algum lugar. Enfim, fico imensamente feliz por você ter gostado e pelo comentário maravilhoso, isso só me dá mais vontade de continuar.
20 de Junho de 2014 às 04:03
Li o primeiro conto. Achei-o bem escrito e com boa trama. Apenas quero confessar que a cena em que o personagem está escondido e "ouve as árvores cochichando" criou uma imagem bem forte na minha cabeça. Talvez eu tenha feito alguma alusão inconsciente a minha infância, vai saber, rs.
Jéssica F. 20 de Junho de 2014 às 13:41 Obrigada, que bom que gostou :) Eu também tenho isso da infância. No meu caso, eu viajava e passávamos por florestas e eu costumava passar a viagem toda observando as árvores, principalmente nos dias de muito vento. Sempre tive a impressão de que elas cochichavam.
19 de Junho de 2014 às 19:58
Adorei "Assasinato", hehe.
Jéssica F. 19 de Junho de 2014 às 03:34 Que bom que gostou (: esse conto é o mais velho de todos, faz 3 anos que o escrevi...
João Marcos Oliveira 19 de Junho de 2014 às 04:40 Achei o melhor dos três que li.
18 de Junho de 2014 às 00:07
Muito bom! A cada livro que leio aqui, eu fico mais impressionado com a quantidade de bons escritores que existem e que ainda não foram descobertos. Parabéns!! PS: Contos, não tem como não amar. rs
Jéssica F. 19 de Junho de 2014 às 03:36 De fato existem muitos bons escritores escondidos. Obrigada, que bom que gostou. Vou ler o seu livro também e logo comento lá (:
19 de Junho de 2014 às 02:38
Contos muito bons. Também gosto de escrever contos de suspense e terror. Aguardando mais contos :)
Girotto Brito 14 de Junho de 2014 às 15:36 Os errinhos que encontrei já foram citados pelo colega @João Marcos Oliveira. No mais, só tenho elogios.
Jéssica F. 15 de Junho de 2014 às 04:06 Como eu comecei a escrever não faz muito tempo - digo, realmente me dedicar a escrever - eu acho que começar pelos contos é bem mais fácil, sabe? Que bom que gostou (:
Girotto Brito 16 de Junho de 2014 às 02:20 Também comecei escrevendo contos e até hoje continuo os escrevendo rsrs. Gosto muito.
14 de Junho de 2014 às 14:05
Li seu novo conto, Copo. Gostei muito. Na página 14 tem um errinho, "meus pais tinha". Na página 16, faltou a interrogação das palavras em aspas e na página 18, no trecho "tiramos cada uma o seu dedo", o certo seria nosso, mas acho melhor "tiramos cada uma o dedo". Ah, uma dica: deixe o texto em justificado. É mais agradável de ler :)
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Jéssica F. 13 de Junho de 2014 às 22:18 Que simples, já justifiquei (achei que era outra coisa, mas né).
João Marcos Oliveira 13 de Junho de 2014 às 22:53 No word é bem simples, mas me referia aqui no site mesmo :)
Jéssica F. 13 de Junho de 2014 às 23:31 Já justifiquei. Ficou bem melhor, realmente. Obrigada.
13 de Junho de 2014 às 21:27
Ei, Jéssica. Muito legal seu projeto de antologia. Li rapidinho, hehe. Sobre o conto Fred, bom,ele é breve, mas foi bem interessante de ler. Só acho que, talvez, você pudesse complementar com mais detalhes quanto aos acontecimentos, mas fica a critério. Por exemplo, eu também achei estranho, depois de ler, a reação do Charlie ao ver o irmão, e o fim do cachorro. Perguntei-me o motivo. Também achei que, para uma criança (provavelmente pequena), sua forma de narrar tenha sido bem formal. Na página 7 tem um errinho, "para o outra", e na página 11 faltou um espaço depois do travessão, e faltou um travessão pra separar o diálogo na narração desse diálogo, o "— querido...". Aguardarei por mais contos :)
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João Marcos Oliveira 12 de Junho de 2014 às 20:27 Bom, a reação dele, ao ver o irmão morto, não foi explícita para mim. Acho que vê-lo a sua frente, como uma alma, não o deixou abalado, foi natural, e a morte do cachorro foi um pouco avulsa na história, por que deixou o leitor sem entender por que motivos um fantasma de um irmão morto voltaria assombrando sua família para matar o bicho. Alguma vingança, talvez? Foi impactante a cena, sem dúvidas, e muito bem narrada, mas com o término do conto isso ficou bem oculto. Você também não precisa deixar claro, eu particularmente gosto de coisas subentendidas, por isso umas pequenas dicas ao longo do conto não fariam mal.
Jéssica F. 13 de Junho de 2014 às 03:46 Sim, entendi e até já acrescentei algumas coisas no conto. Acredito que agora tenha melhorado. Muito obrigada mesmo pelas dicas e espero que continue lendo (:
João Marcos Oliveira 13 de Junho de 2014 às 21:25 Melhorou muito!
12 de Junho de 2014 às 08:32
Jéssica, bacana! Só uma dica: o seu ebook ficaria mair atrativo se tivesse uma boa descrição ;)
Jéssica F. 9 de Junho de 2014 às 15:53 Obrigada pela dica, vou providenciar uma descrição.
Breno Spadotto 9 de Junho de 2014 às 16:11 Legal!
9 de Junho de 2014 às 14:39
Incrível! Parabéns! Tem mais? ansiosa para novos contos seus...
Jéssica F. 9 de Junho de 2014 às 02:12 Obrigada, que bom que gostou *-* semana que vem tem mais...
8 de Junho de 2014 às 20:57
gostei do conto Jéssica!! qual o próximo??
Jéssica F. 9 de Junho de 2014 às 02:12 Que bom que gostou *-* O próximo será "O copo" e postarei semana que vem.
8 de Junho de 2014 às 20:50
Que fantástico!! Parabéns, muito criativo!! Adorei.
Jéssica F. 9 de Junho de 2014 às 02:11 Obrigada, que bom que gostou *-*
8 de Junho de 2014 às 20:13