O Artista por João Marcos Oliveira

Descrição

  
Escritor Atualizado 3 anos atrás
Idioma Portuguese Leituras 640
Categoria

Contos

Curado

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Publicado Jun 26, 2014 Popular

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Muito bom mesmo... Percebi que algo ia acontecer, mas não imaginei que seria o admirador.
João Marcos Oliveira 4 de Julho de 2014 às 01:37 Sério? Interessante. Muitos disseram que ficou óbvio. Obrigado por ler, Priscila. :)
Priscila Marcia Mariano 4 de Julho de 2014 às 12:48 Oi, João... Realmente fica óbvio após o restaurante quem seria... Um conto muito bem planejado. Poderia ter uma continuação... Um bom policial.
3 de Julho de 2014 às 14:20
Um dos contos mais notáveis que já li aqui no Widbook. Assim como a Tammy, eu também tenho Obssessão como um dos meus temas favoritos, apesar de não escrever sobre isso. O seu "artista" foi muito bem construído, diria até que o psicológico foi trabalhado com maestria (eu não sou fã de puxa-saquismo, mas eu realmente gostei muito desse conto) e até me lembrou o Jean-Baptiste Grenouille, de O Perfume. Gostei, inclusive, dos motivos que você colocou para ele ter feito o que fez, não deixando tudo ao acaso. O final do conto já era evidente desde o começo, até porque você deu dicas, mas não vejo isso como algo ruim, pois você soube trabalhar isso a seu favor, no sentido de o conto não se tornar uma leitura dispensável ao leitor que, sabendo o final, talvez pudesse desistir de ler. Sério, muito bom. Parabéns.
João Marcos Oliveira 28 de Junho de 2014 às 06:32 Uau, muito obrigado pela opinião, Jéssica. É ótimo que tenha gostado. :)
28 de Junho de 2014 às 02:28
Obsessão é um dos meus temas favoritos em questão de leitura. Realmente rende ótimas tramas, eu gostei sobretudo da descrição física do ambiente e especialmente dele, muito bem elaborada diga-se de passagem. Mas acho que o ponto alto do conto em si é o trecho final, onde demonstra-se o anseio dele pela sucesso*. Nem sei de onde eu tirei morte...rsrs
João Marcos Oliveira 28 de Junho de 2014 às 01:56 Haha, obrigado pelo comentário. Foi você que avaliou este conto no "Escritores x Escritores" também, não?
27 de Junho de 2014 às 20:16
Obsessão é um dos meus temas favoritos em questão de leitura. Realmente rende ótimas tramas, eu gostei sobretudo da descrição física do ambiente e especialmente dele, muito bem elaborada diga-se de passagem. Mas acho que o ponto alto do conto em si é o trecho final, onde demonstra-se o anseio dele pela morte.
27 de Junho de 2014 às 20:16
Eu gostei do "homem". O sadismo, a obsessão dele, a ânsia pelo "estrelato" digno de um Serial Killer. Mas detestei a bailarina, achei ela crua, sem sal e gostei que tenha morrido (kkkk, mas não apoio a violência na vida real). No começo você consegue prender a atenção sem revelar muito o que está por vir, porem, foi ficando obvio o final e, na minha opinião, foi mais do mesmo. Gostei bastante de como você escreve, gostei mesmo. Se a historia fosse maior, acho que teria sido mais emocionante.
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Raul Ramos 27 de Junho de 2014 às 03:01 Sobre a moça ser crua: me lembrou a Bella de Crepúsculo, chata, irritante, sem sal, como se ela fosse apenas um boneco de tiro ao alvo...
Bianca Borges 27 de Junho de 2014 às 05:55 Olha Raul, gostei da sua crueldade. Curiosa pra ver o que acha do "Morte e vida de um idiota". Vai lá e desce a lenha, por favor! http://www.widbook.com/ebook/cadernodeliteratura
João Marcos Oliveira 27 de Junho de 2014 às 09:34 Sim, histórias sobre obsessão e psicopatia não são de hoje, claro, haha. Mas eu acho que a ideia do "artista" é diferente. Eu pelo menos não vi essa analogia antes. A ideia, na verdade, veio de um desafio em que eu deveria escrever um conto curto que envolvesse os seguintes elementos: sorriso, cisne, sangue, correntes, sexo e trem. Foi bem interessante, apesar de estar limitado a estes elementos, pois o meu conto e o do George Scomparsa ficaram bem diferentes (cada um escolheu um elemento). Se eu colocar desde o começo que o admirador é mais que um admirador, talvez essa impressão de "falha" fique menor não? Algo como "os olhos do sujeito evidenciavam suas nada boas pretensões", ou no primeiro parágrafo "A arte e a obsessão podem se unir em um único prol, dando a um simples crime, o título de obra, de algo grandioso e inominável. A adoração sempre trouxe consigo a beleza de algo puro, intocável... mas não é o que convém a esta história". Ah, eu retirei as falas da mulher, rs, deixando discurso indireto, haha. Acho que fique melhor assim.
27 de Junho de 2014 às 00:48
Essa admiração à distância sempre rendeu boas histórias. Os dois personagens foram muito bem desenvolvidos, sem dúvida. Agora, uma impressão pessoal: a história perdeu um pouco a partir de quando ela acorda presa. É como se o leitor já esperasse algo do tipo do que viria depois. Talvez, se a história começasse nesse ponto e fossem utilizados flash-backs para contar como era antes, não ocorreria essa queda. Mas isso é o achômetro de quem tá no mesmo barco que você. Do resto, muuito bem desenvolvido, como deveria ser. Parabéns!
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Bianca Borges 27 de Junho de 2014 às 00:18 O "como já devem imaginar" indica uma conversa entre narrador e leitor. Pode colocar, mas terá que acrescentar "conversas" como essa ao longo do conto. Não muitas. Só para não ser um caso isolado.
João Marcos Oliveira 27 de Junho de 2014 às 00:38 Hmmm, realmente. Creio que "como era de se esperar" resolva o problema.
Bianca Borges 27 de Junho de 2014 às 00:41 Perfecto!
26 de Junho de 2014 às 22:41