O Grampeador de Ideias por Juliana Rios

Descrição

  
Escritor Atualizado um ano atrás
Idioma Portuguese Leituras 549
Categoria

Contos

Curado

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Publicado Mar 09, 2015 Popular

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Linha do tempo de O Grampeador de Ideias

Leitura boa e fluente. Senti falta apenas de um diálogo mais profundo entre a menina e o Grampeador de Ideias, o qual poderia ser relacionado ao estado de saúde no qual ela se encontrava. Mas isso é só um pitaco, claro. Parabéns.
9 de Abril de 2016 às 12:47
Olá Juliana!!! Adorei seu livro, eu senti toda a emoção da personagem. O que me fez gostar muito dessa obra é poder estar na posição de todas as personagens. Oras eu me senti na pela da moça, oras eu me senti na pele do Grampeador de ideias.
Juliana Rios 4 de Novembro de 2015 às 20:28 Fico muito feliz com seu comentário, Dennys, e por ter conseguido através das palavras fazer você viajar tanto assim na leitura e sentir a história..! Obrigada!
19 de Setembro de 2015 às 02:36
Tudo bom Juliana! Como eu já li e reli o seu conto quero avaliar. :) . Posso dizer que um texto produzido com base no fluxo de consciência, rompe com os limites de tempo e espaço usual numa produção literária. Logicamente isso pode ocorrer em diferentes níveis. Dentro dessa perspectiva, para mim o seu conto está bem desenvolvido, dentro do universo fantástico (surreal), que você deu tanta ênfase nos demais comentários... Até mais!
Juliana Rios 1 de Agosto de 2015 às 21:27 Obrigada Artur Gueanori, que bom que gostou. Sinta-se a vontade para dar uma olhada nos meus outros trabalhos, se quiser! Até!
28 de Julho de 2015 às 04:21
Sua escrita parece um sussurro numa noite fria. Não consigo ver de outra forma. Você seduz.
Juliana Rios 16 de Julho de 2015 às 13:17 Muito gratificante ler isso, J.L.Costa! Muito obrigada *-*
11 de Julho de 2015 às 02:56
Eu tava pensando em escrever sobre ele também, mas... Uau, não faço a mínima ideia sobre o que falar. O final me surpreendeu bastante e deu um certo sentido a todo o resto... Mas ainda me resta uma dúvida: porque Grampeador de Ideias? Ela tava num sonho surreal por causa do acontecimento (que não sei se tem graça relatar aqui, vai que alguém encara como spoiler?) e o Grampeador é a pessoa que a salvou. Eu ainda tô tentando linkar as duas coisas... O fato de ela ter quase morrido com a coisa de "juntar ideias". Fora isso, o texto me prendeu até o final. Se puder me fazer entender isso, eu agradeço, e se me der autorização para passar em diante, agradeço mais ainda.
Juliana Rios 8 de Julho de 2015 às 21:04 *-* fico muito feliz com seu comentário, Ícaro. E por estar acompanhando e gostando do meu trabalho aqui na plataforma. Então, o Grampeador pode ser o que você quiser, inclusive nada ;) aí é que se esconde a mágica do conto, que é essencialmente transcendente e surreal. Adoro que esteja pensando sobre, é um conto pelo qual nutro muito carinho. Como eu disse na "sinopse", nesse conto eu fantasio a linha tênue que é a vida. Espero que isso te ajude a tentar entender. E se não conseguir, não tem problema. Algumas coisas na vida a gente não precisa entender, apenas viver :) Claro, tem toda a minha autorização, seguida de gratidão. Obrigada!
Ícaro de Brito Pereira 9 de Julho de 2015 às 19:48 Eu que agradeço kkkkkk agora já até sei o que falar dele.
8 de Julho de 2015 às 20:42
Olá Juliana, li o seu conto.Gostei da ideia dela, acredito que tem potencial. Contudo, penso que poderia ser mais extenso, algumas coisa faria diferente. Se quiser poso fazer uma leitura crítica e lhe devolver com algumas sugestões.
Felipe Kowari 4 de Julho de 2015 às 03:40 Li seu conto duas vezes, para ter certeza, com relação às impressões que tive. Vou relatar algumas ideias, que você pode seguir se quiser, que entendo serem importantes. Algumas poderão provocar grandes mudanças no conto, o que é normal, quando escrevemos, começamos de uma forma, e nunca saberemos como irá acabar. Podemos dividir o conto em três momentos, a floresta, a cabana e o hospital. Tente descrever melhor cada um deles, para valorizar o texto, pense nisso, depois voltamos nesse assunto. No acidente, você menciona que foi na escola. Eu colocaria que foi em um passeio na floresta em família, ela cai de um penhasco, ou coisa parecida, e fica inconsciente. Contudo, a impressão que ela tem é de que se perdeu dos pais na floresta, sendo esta a última lembrança real que tem. Esta mudança deixará o texto mais coerente, pois ela já estará na floresta, em vez de estar procurando à cabana, poderia estar procurando apenas a família, e a cabana ela encontra, para pedir ajuda. No texto você usa muito a palavra “mas”. Tente escrever sem usá-lo, se não for possível, troque alguns, mas por porém, todavia, entretanto. Consulte o site de sinônimos, para buscar mais variações. O primeiro paragrafo, onde ela rasca o vestido, está confuso. Você diz: “em alguns episódios prendia-se em uma raiz seca”, me parece estranho. Da a impressão ela está andando pela floresta, e sempre engata o vestido na mesma raiz. Quando você menciona floresta dormindo, parece um pouco eu já vi isto em algum lugar. Você poderia descrever uma floresta estranha, com algumas coisas diferentes, para confirmar o quanto é estranha à floresta. Floresta e Homem em maiúsculo, penso ser desnecessário e incorreto. O uso do travessão em alguns momentos, parece um underline, não sei é erro, ou é a forma que o site trabalha, vale a pena conferir. O diálogo entre a menina e o homem, não é convincente, tipo não soa real. Tente pensar em duas pessoas comuns, conversando. Se você mudar isso, e fazer a sugestão que dei dela não saber nada da cabana até acha-la, poderá talvez tirar o nome do homem, e neste caso terá que mudar o título do conto. O título é legal e original, contudo o texto é mais importante. Tente descrever melhor a cena na cabana. Por exemplo, se ela for para pedir ajuda, ele poderá dizer, que ela encontrará a saída da floresta, ao entrar por uma determinada porta, subir uma escada, ou algo do tipo, como se fosse um teste. Ela vai ter medo, pois não faz sentido e ele tenta convencê-la a fazer isso, para achar a saída. Quando você anuncia os bips, o leitor já sabe o que é, e perde a graça, pois já imagina o final, no meio do texto. Em vez de citar a palavra bip, tente descrever, como um som estranho, não identificado, algo desta forma. Ela já pode escutar este som na floresta, sem conseguir identificar, ou confundir com um som de um pássaro, para criar um mistério. O nome do médico Carlos, bem, eu não gosto de nomes comuns, valorizaria o texto colocando um nome diferente ou estrangeiro. Quando ela escuta a voz dele, da impressão de algo sobrenatural. Eu tiraria esta impressão de sobrenatural, afinal ela estava em coma, mas deixaria o que fiz a respeito da voz dele, ser igual ao homem da cabana. Espero que goste das sugestões, e não fique chateada rsrs, uma crítica pode valer muito mais que um elogio. Se quiser trocar mais ideias, estou à disposição. Sucesso!
Juliana Rios 7 de Julho de 2015 às 03:33 Olá Felipe. Agradeço ter se colocado a disposição voluntariamente para criticar meu conto. Contudo, acredito que muitos dos seus adendos não cabem mudar, uma vez que foi um universo ficcional de minha criação e nada tem de real. Ele é para parecer surreal, é para parecer estranho, é para parecer transcendente. As poucas descrições são propositais. As descrições mais detalhadas também. Desculpe, eu nunca vi em lugar algum a descrição de floresta dormindo... rs Aliás, as letras em maiúsculo são propositais. Se há erro nisso, recorro à licença poética! rs Tudo que existe no conto é minimalista e tem um porquê. Agradeço sua observação sobre os "mas", irei reescrever da melhor forma. Desculpe também, mas não vou mudar o nome do conto de maneira alguma. rs De fato, também não mudarei o nome do médico. Nomes estrangeiros são super valorizados numa cultura de que o estrangeiro é melhor. Discordo disso. Meu nome é comum, e nem por isso uma Jane seria melhor que eu. Carlos é um nome perfeitamente aceitável e cabível ao conto. A mudança brusca de cenário, do segundo para o terceiro, acontece bem no final do conto, não no meio, como você destacou... E foi bem nessa hora que eu quis que o leitor ficasse sabendo do final. Final esse hipotético, uma vez que o desenrolar do conto é muito mais importante. Desse conto em questão. E bem, finalizando, o diálogo entre Clara e o Grampeador não tem como ser modificado. Ele tem que beirar o surreal, nada nesse conto merece a realidade. Foi tudo muito bem pensado, estudado e escrito. Os erros de ortografia revisarei com grande prazer. Mas não posso modificar o que não foi escrito por mim, mas por minha vivência e alma. Contudo, ressalto estar grata por seu trabalho em criticar o texto. As críticas sempre me colocam a pensar ou reafirmam meus escritos. Mas criticar todo o contexto do conto acredito que não cabe. Pense comigo. Se alguém olhasse para um filho teu e reclamasse de seus modos (se estes fossem grosseiros ou errados) seria perfeitamente correto e compreensível. Agora, se olhasse para ele e dissesse que o corte de cabelo era errado, ou que as mãos eram pequenas demais para a idade, ou que a fala era enrolada... Não estaria essa pessoa fazendo uma crítica incabível? Pois estaria querendo modificar a essência de teu filho. Foi quase isso que você propôs com meu conto. E somente por isso irei desconsiderar grande parte de suas sugestões. As grosserias e erros que cometi, por descuido de revisão ou de transporte, ficarei feliz em revisar. Posso te propor outra coisa? Leia uma terceira vez. Três é sempre um número melhor. Mas leia com a alma atenta... Permita-se viajar com Clara. Onde quer que ela esteja. Tente conhecer um pouco do que se esconde no Grampeador. Acredito que não irá se arrepender. Abraço!
Felipe Kowari 9 de Julho de 2015 às 17:53 Olá Juliana, não quero mudar o filho de ninguém rsrs. Como disse algumas sugestões, podem mudar muito o texto, mas quem sabe o melhor para o texto, é o pai, rsrs, ou melhor neste caso a mãe! Lerei novamente em outro momento, para ver se tenho uma outra impressão!
3 de Julho de 2015 às 23:10
Acabei de ler O GRAMPEADOR DE IDEIAS,é um conto muito bacana.Aproveito para te convidar para ler os meus livros também.
1 de Julho de 2015 às 14:11
Lindo conto, Juliana. Você tem uma linguagem suave e uma forma muito carismática de dar uma atmosfera ao conto. Me senti imerso neste mundo, me senti perdido na floresta e acolhido na choupana. As descrições foram tão encantadoras que pude sentir inclusive a transição de mundos, pois a linguagem mudou entre eles e a percepção da personagem também. Você escreve muito bem, é bastante talentosa. Eu escrevi um conto cujo final é parecido com este, mas de forma mais sombria, misturava uma coisas brasileiras, com ETs e hospital, era bem maluco mesmo. Enfim, a parabenizo por esta bela história, abraço!
Juliana Rios 19 de Março de 2015 às 18:15 Muito, mas muito obrigada, Adriel! Você não tem noção de como receber esse tipo de comentário me alegra...! Amo saber que o leitor se sentiu parte da obra, que não é mais só minha no momento em que a lanço em palavras: é de todos...! Este seu conto está disponível aqui? Se sim, lerei! :D Grande abraço!!
18 de Março de 2015 às 17:58
Muito bom! A forma como descreve os espaços é muito legal, é uma viagem ler seus textos. Na verdade eles são poucos aqui no Widbook. Você deveria postar mais :). Até mais!
Juliana Rios 11 de Março de 2015 às 22:41 Obrigada Artur, fico feliz que goste do texto e das descrições... *-* Pode deixar, em breve estarei lançando outro conto aqui e, mais para frente, novos romances.
10 de Março de 2015 às 02:44
Texto delicioso :D
Juliana Rios 11 de Março de 2015 às 22:40 Muito obrigada Leonidas *-*
10 de Março de 2015 às 04:25
Maravilhosa como sempre!
Juliana Rios 11 de Março de 2015 às 22:40 <3
11 de Março de 2015 às 01:30